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2017 e a década da desilusão

Quando a primeira década de 2000 chegou ao fim, houve uma grande expectativa de que, graças aos avanços sociais alcançados, caminharíamos para uma sociedade mais justa, igualitária e tolerante.

Mas o que vem acontecendo nesses últimos dez anos foi um verdadeiro banho de água gelada para quem esperava que isso acontecesse.

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Marry Christmas everybody!

Reflexões sobre a internet atual

por Vinicius Cavichioli

A internet (e as redes sociais) vem fazendo uma confusão que acaba gerando muito problema, conflito e ódio. As pessoas confundem o acesso à dados com informação, e informação com formação. O fato de ter acesso a todos os campos de conhecimentos na internet não te torna médico, nem historiador, nem outro exemplo assim.

O fato de você ter aberto uma conta no Facebook não te torna especialista em Direito Constitucional, nem capaz de emitir uma opinião claríssima sobre a Constituição de 1988 (esta que divide até os reais especialistas). O fato de toda a literatura ocidental estar hoje na internet não te torna um escritor, nem sequer um bom leitor.

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A idiotice masculina não tem limites

Por Jack Deth

Vejam a notícia:
Um grupo de homens se reuniu nesta quarta-feira em um bar, na periferia de São Paulo, para, ajoelhados, pedir perdão às mulheres. É o quarto ano que o evento, batizado de ‘ajoelhaço’, acontece, sempre na semana do Dia Internacional da Mulher.

Criado por poetas e escritores que se reúnem em saraus, eles fazem uma homenagem às mulheres. Sérgio Vaz, um dos integrantes, explica que o perdão é milenar, desde a caça às bruxas na Inquisição até o tapa no rosto dentro de casa. – Estamos aqui ajoelhados. Humildemente implorando perdão, perdão – diz o grupo, ajoelhado diante de suas mulheres.

Pensemos, um homem se ajoelhar e pedir perdão em nome do homem que bate em mulher faz tanto sentido quanto um torcedor do Flamengo pedir perdão a um torcedor do Vasco por uma agressão cometida por outro flamenguista que ele sequer conhece. Se alguém deve pedir perdão a uma mulher é apenas o homem que agrediu essa mulher, e ninguém mais. Se um homem matar uma mulher o que esses poetas e escritores vão fazer? Vão a delegacia pedir para serem presos junto com o assassino?

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Meus receios sobre o atual mercado de trabalho

E ai pessoal, blz? Essa semana eu estava ouvindo o nerdcast de empreendedorismo (sim sou fã do Jovem Nerd) onde os participantes discutiam a velocidade com que a tecnologia estava evoluindo e a necessidade de se adaptar a um mercado de trabalho cada vez mais duro e competitivo.

Que o mercado vem passando por uma transformação brutal nesses últimos anos todo mundo está careca de saber. Ainda mais com o advento da internet e as redes sociais, que provocaram o surgimento da chamada economia colaborativa como o Uber e o Airbnb, segmentos que vem dando um baile nos setores tradicionais.
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Malafaia e sua treta com o Mickey

E ai pessoal, blz? Como podem ver o blog anda meio paradão, o trabalho e os estudos estão me tomando um tempo desgraçado ultimamente e tá meio foda pra mantê-lo atualizado. Mas sempre que dá arranjo um tempinho pra postar alguma coisa legal.

Bom, essa semana o Pastor Silas Malafaia gravou um vídeo no Youtube dizendo a todos os seus fiéis pra boicotarem os produtos da Disney, devido a uma cena de beijo gay que apareceu num desenho da empresa (desenho aliás que nunca ouvi falar), sob a alegação de que era uma tentativa de sexualizar as crianças.

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Trump no poder, e daí?

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Enfim, nessa ultima sexta-feira o bilionário Donald Trump tornou-se o 45° presidente do Estados Unidos da América. E na cerimônia de posse, como era de se esperar, houve protestos e comemorações por todo o país.

E é claro que o resto do mundo não ficou indiferente à posse do magnata, principalmente aqui em terras tupiniquins, onde vivemos uma polarização política desde 2014. E sobre isso que vim comentar.

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Diminuindo o ritmo em 2017

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Pois é, estamos novamente em 31 de Dezembro e na reta final de mais um ano. Um ano um tanto sinistro, pra dizer a verdade.

Eu poderia citar muitas coisas desagradáveis que aconteceu em 2016: atentados terroristas em véspera de natal, desastres naturais em países já fudidos, tragédias aéreas com times de futebol, grandes cantores que nos deixaram cedo demais, eleições americanas, epidemias, filmes da DC que decepcionaram outra vez, etc.

Mas creio que você já deve estar de saco cheio de lembrar essas merdas e está contando as horas pra dar meia-noite e voltar pro batente (ver que o primeiro dia útil do ano cai numa segunda-feira é triste…).

Mas 2016 teve coisas boas e legais, muito poucas, mas teve.

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Marry Christmas everybody!

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O segundo esporte do brasileiro é o que sempre ganha

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Tenho um tio que era fanático (ou melhor, ainda é) por Fórmula 1. Sempre quando ia visitar meus avós no domingo, lá estava ele com a cara grudada na TV, assistindo as corridas do Ayrton Senna e vibrando com cada ultrapassagem do Nelson Piquet, mais do que o próprio Galvão Bueno.

Aliás, a F-1 foi uma verdadeira febre no Brasil durante a década de 80/90, lembro quando Senna foi campeão pela terceira vez, todo mundo comemorou o titulo como se o país ganhasse uma Copa. Você ia nas bancas de jornais e encontrava dezenas de revistas especializadas e álbuns de figurinhas.

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