Arquivo da categoria: Quadrinhos

As Aventuras de Luther Arkwright

por Antero Leivas

Um viajante transdimensional, isto é, um agente transeunte livre a cruzar dimensões tenta impedir que um grupo terrorista denominado Os Dilaceradores, rasguem e modifiquem o próprio sentido do tempo. Partindo dessa premissa, pode parecer que é mais uma aventura sci-fi. E realmente é.

Mas As aventuras de Luther Arkwright (da Dark House) ultrapassa essa etapa. Numa colcha de retalhos de fantasias históricas, Brian Talbot, insere, por exemplo, blindados voadores em plena Restauração Inglesa, transpondo uma mera abordagem quadrinhística, pra dizer no mínimo.

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Wolverine & Cable – Coragem e Glória

por Dario Chaves

Uma história com todas as qualidades e defeitos de uma revista de super-heróis. Em resumo, essa é a avaliação desse especial lançado no ano 2000 pela Abril. Mas se supera num ponto: prende a atenção e não se torna chata mesmo nos momentos  em que o roteiro utiliza os recursos mais simplórios.

A história se passa quando Nathan Dayspring Summers (o filho de Ciclope que mais tarde viria a ficar conhecido como Cable) havia chegado ao “nosso” tempo, mais precisamente na época em que Wolverine era ainda um operativo do Departamento H canadense. As poucas cenas de ação e de luta são mal feitas, mas não comprometem o resto da história.

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Batman – Vítimas Inocentes

Batman – Vítimas Inocentes foi publicada originalmente em 1996, uma edição especial cuja renda foi revertida a entidades de combate as minas terrestres.

De acordo com a ONU, até hoje existem cerca de 120 milhões de minas terrestres sobre o solo do planeta. Esse tipo de artefato bélico acaba atingindo 90% de pessoas que não tem nada a ver com a guerra, produzindo uma vitima inocente a cada 20 minutos.

Para aqueles que porventura desprezem o valor cultural dos quadrinhos, esta é mais uma oportunidade de entender o quanto estão enganados. E para você, fã, é mais uma chance de admirar a contribuição de uma arte em prol de uma grande causa.

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Rambo, Jimbo e a tal tabacaria

Desde moleque sempre fui fissurado por quadrinhos. A primeira coisa que eu fazia quando o meu pai me dava alguns trocados era ir a alguma banca ou sebo atrás de novidades.

E certo dia, ao entrar num sebo, me deparo com uma edição do Rambo em formato americano.

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5 mangakás famosos que perderam a saúde

por Matheus Machado

Mesmo quem não gosta de mangá, sabe que o ritmo de trabalho do Japão é bem puxado, variando de 10 a 12 horas diárias. Com os desenhistas de mangá de lá não podia ser diferente, é até digo que a arrancada é ainda mais forte, porque o compromisso de cumprir prazos os levam a dormir o mínimo.

Com pouco tempo de descanso e muita pressão no trabalho, não é raro que acabam se prejudicando, chegando a ficarem doentes ou mesmo indo a óbito. Separamos alguns casos de mangakás que tiveram a carreira interrompida, seja por doença ou, definitivamente, pela morte.

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Change Kids

Quando o Esquadrão Relâmpago Changeman estreou na extinta Rede Manchete em 1988, o sucesso foi estrondoso e em pouquíssimo tempo a série virou febre entre a molecada. E é claro logo começaram a pipocar bonecos, lancheiras, figurinhas, etc dos heróis.

Lógico que os quadrinhos não podiam ficar de fora. Mas diferente do que aconteceu com o Jaspion, Machine Man, Goggle V e outros, o Studio Velpa decidiu optar uma versão infantil dos Changeman ao estilo Turma da Mônica, e assim surgiu os Change Kids.

Os roteiros eram bons, e divertiam sem ofender a imagem dos Changeman. Mesmo assim muitos fãs fizeram cara feia pra ideia e o gibi só vingou até o n°7. Além dos quadrinhos os personagens mirins também tiveram varias revistinhas de passatempo e de colorir.

É bem difícil de encontrar algo do Change Kids hoje em dia e quem tem não troca por nada.

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Os Trapalhões da Bloch

A primeira fase das revistas em quadrinhos dos Trapalhões foi publicado pela Bloch Editores entre os anos de 1976 e 1987, época em que o quarteto estava no auge.

Diferente da versão infantilóide da Abril, os Trapalhões da Bloch abordava temas mais adultos e fazia inúmeras piadas com mulheres, bebidas e gays. Coisas que hoje fariam qualquer politicamente correto ficar de cabelo em pé.

Outro o ponto forte dessa fase de revistas eram as várias paródias de heróis do quadrinhos, filmes e desenhos animados, que se fizeram muito sucesso nos anos 70 e 80. Do ano inicial até 1985 as edições eram nomeadas: Os TrapalhõesAlmanaque dos Trapalhões e As aventuras do Didi.

De 1986 até 1987 as edições normais trocaram o formatinho pelo formato americano e foram renomeadas para Super-Trapalhões e Didi: Passatempos e Quadrinhos.

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Puella Magi Oriko Magica

Quando Puella Magi Madoka Magica, um dos animes mais aclamados dos últimos tempos, chegou ao fim no longa Rebellion, deixou aberta a possibilidade de outras histórias nos mundos paralelos que Homura criou enquanto ela procurava mudar o destino de Madoka.

A minisérie de dois volumes de Mura Kuroe, Puella Magi Oriko Magica, abre essa possibilidade e traz uma versão diferente da realidade de quem acompanhou a história original.

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Titãs Mangá

Para muitos Adam Warren ainda é considerado o melhor desenhista de mangá dos EUA. Dono de um traço único, Warren já trabalhou em grandes editoras como Marvel, Dark Horse e Image. Em 1997 ele foi convidado pela DC a fazer uma edição especial em estilo mangá para os Novos Titãs.

E assim surgiu Titãs: Pedra, Papel e Tesoura. Também publicada no Brasil pela Mythos com título de Titãs Mangá, essa edição enigmática pegou os fãs de surpresa. Num futuro longínquo, uma jovem mutante chamada Jamadagni Renuka, tenta salvar sua colônia de um ataque de monstros espaciais.

Ela tem o poder de manipular a realidade e tornar real qualquer magia imaginária que ela quiser, por exemplo, criar um ataque real conjurando o jogo jokenpô (daí o nome do titulo). Para defender a sua cidade, ela decide montar uma equipe baseada nos “super-heróis imaginários” e escolheu os Novos Titãs como base.

Como os Titãs originais tinha um feiticeira, um ciborgue, uma alienígena e um humano lutador bem intencionado, Jamadagni faz uma formação parecida. Ela virou a feiticeira (Bruxilda), a ciborgue (Musadróide), o alienígena baseado em energia que habita um corpo morto (Lindefunto) e o humano lutador bem intencionado (Capitão Casca Grossa).

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Bundha

Bundha foi uma revista em quadrinhos da decada de 80 criada por Newton Foot e publicada pela Press Editora . Foi vencedora do 3º Prêmio Angelo Agostini na categoria lançamento.

O personagens principal da revista era o Bundha, um nativo africano que Foot fazia trocadilhos com ‘bunda’, a publicação também vinha a tirinhas do sapo Ran, criado por Salvador.

Bundha foi cancelado no n°2. Alguns dizem que a Press teve problemas com associações ligadas ao movimento negro, devido aos esteriótipos do personagem, mas há quem diga que foi por desentendimentos do autor com a editora.

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