Arquivo da categoria: Quadrinhos

Revistinha KIDNEWS

KIDNEWS foi jornal infantil no formato tabloide que fez muito sucesso na década de 90 e era distribuído gratuitamente nas principais escolas particulares de São Paulo.

O conteúdo editorial era variado, alternando hqs com personagens institucionais, passatempos, temas culturais para serem utilizados em trabalhos e concursos, além de quadrinhos sem vinculação com qualquer empresa.

Durante cinco anos KIDNEWS deu uma grande contribuição ao quadrinho brasileiro, abrindo suas páginas para que artistas, novos e veteranos, publicassem seus personagens. Em 1997, ainda com o jornal em circulação, tentou-se levá-lo para as bancas. Assim surgiu a revistinha com o mesmo nome, e totalmente colorida. Mas só teve apenas duas edições publicadas pela Editora Press.

Com o cancelamento da revista, veio também o fim do jornalzinho, que tanto divertiu e ensinou crianças e adultos daquela época. KIDNEWS é pouco citado em artigos e publicações que tratam da história do quadrinho nacional, devido a circulação restrita que teve, porém a sua importância é inquestionável.

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Sergio Mallandro

Nas décadas de oitenta e noventa tivemos muitos quadrinhos baseados em celebridades da TV como Xuxa, Faustão e Gugu. Mas nenhum deles era tão divertido (na minha opinião) quanto os quadrinhos do Sérgio Mallandro.

“Rá! Glu glu yeah yeah!” era o inconfundível bordão do apresentador e humorista, e virou mania entre os leitores do gibi que ele estrelou, na mesma época em que apresentava o programa Oradukapeta do SBT.

A revistinha foi publicada pela Abril até 1990, no mesmo ano passou para a Globo onde durou até 1992.

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Compilação de tiras do Rodrigo Bueno

Conheci as tirinhas do Rodrigo Bueno no jornal Oeste Notícias (periódico de Presidente Prudente e região), o qual meu pai era assinante. Diferente das outras tiras, que eram bem desenhadas e “certinhas”, os seus quadrinhos seguiam o oposto, adotando um humor mais ácido e um estilo de desenho bem escrachado.

Durante o curto período que esteve no Oeste Notícias, criou vários personagens como Animau, A Banda e o Bicho da Lua. Mesmo com a boa recepção das tirinhas, ele logo se desligou do jornal e sumiu do mapa praticamente.

Essa compilação reúne todas as tirinhas postadas no blog nesses últimos três anos, se você acompanhou e se divertiu com os quadrinhos de Rodrigo Bueno, então não pode ficar sem esse PDF!

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Comprar mangás naquela época era dureza…

por DK

Estive passeando com um amigo, bem mais novo do que eu e leitor assíduo de mangás, quando entramos numa livraria a fim de ver as novidades. Observando aquela grande quantidade de mangás, ele logo reclamou que não tinha nada de interessante pra comprar e que os títulos disponíveis eram tudo meia-boca.

Vendo aquela prateleira lotada, lembrei-me de duas décadas atrás, quando os quadrinhos japoneses eram quase um artigo de luxo.

Sim, ouve uma época que trazer mangás para o ocidente era um sufoco. Mesmo os americanos, com o seu potente faro pra $$$, não conseguiam trazer certos títulos pro seu país. Seja pelo preço ridículo que as editoras japonesas e os autores cobravam pelos direitos de publicação, seja pela falta de interesse e desdém dos mesmos.

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Dia De Los Muertos

por Antero Leivas

Conheci o trabalho de Sergio Aragonés na revista Mad, ainda na extinta Editora Vecchi. Era mais ou menos 1974 e fiquei fascinado por aqueles desenhos realmente engraçados. Suas “marginais” e seus pocket books tipo Viva Mad e Loucuras do Mad era o que havia de melhor e mais bem-humorado na revista e quiçá, pelo mundo afora.

Seu estilo corrosivo, aliado ao traço inconfundível, garantiram gargalhadas por anos a fio. Até minha mãe curtia o cara!

O tempo passou e Aragonés deu inicio a saga Groo – O Errante, que não era tão divertida quanto aos seus trabalhos anteriores, mas afiançado pela sua nobreza artística. Há dois trabalhos ainda recente que esse doido mexicano realizou, desancando a Marvel e a DC que, no mínimo, merecem o titulo de antológicos.

Em Dia De Los Muertos ele empresta o seu traço ao surpreendente roteiro sem surpresa de Mark Evanier. Aragonés é sinônimo de engraçado. Dia De Los Muertos é Aragonés, mas não é engraçado.

Hulk: Cinza 3

Se você é fã do Hulk ou apenas alguém que tem interesse em saber mais sobre o gigante verde ser tão adorado pelos leitores de quadrinhos, a oportunidade está em Hulk: Cinza. Minissérie que retrata os primeiros dias de Bruce Banner e o seu brutal alter ego.

Hulk: Cinza é parte final da trilogia das cores, edições produzidas pelo roteirista Jeph Loeb e o ilustrador Tim Sale. A dupla, em uma proposta semelhante a de contar os primeiros dias dos super-heróis , já havia feito Demolidor: Amarelo e Homem-Aranha: Azul.

O material de Loeb e Sale ganhou notoriedade após o sucesso nas minisséries Superman: As Quatro Estações, Batman: Dia das Bruxas e Batman: Dark Victory. Em todas as histórias, a dupla procurou trabalhar com a essência dos personagens, com conceitos minimalistas sobre o universo em que habitam.

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Aliens vs Predador vs Exterminador do Futuro

por Antero Leivas

Uma criatura que é puro instinto e senso de preservação. Destruindo qualquer coisa que se interponha no caminho de sua classificação na cadeia alimentar. Um ser extraterrestre que caça por esportes, utilizando-se dos mais avançados recursos bélicos (inclusive invisibilidade).

Maquinas dotadas de força e agilidade extremas, cuja a única prioridade é tirar o controle do planeta das mãos dos atuais “donos”. E meio a isso tudo, humanos e um ser hibrido de sangue corrosivo, chamada Ripley.

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As Aventuras de Luther Arkwright

por Antero Leivas

Um viajante transdimensional, isto é, um agente transeunte livre a cruzar dimensões tenta impedir que um grupo terrorista denominado Os Dilaceradores, rasguem e modifiquem o próprio sentido do tempo. Partindo dessa premissa, pode parecer que é mais uma aventura sci-fi. E realmente é.

Mas As aventuras de Luther Arkwright (da Dark House) ultrapassa essa etapa. Numa colcha de retalhos de fantasias históricas, Brian Talbot, insere, por exemplo, blindados voadores em plena Restauração Inglesa, transpondo uma mera abordagem quadrinhística, pra dizer no mínimo.

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Wolverine & Cable – Coragem e Glória

por Dario Chaves

Uma história com todas as qualidades e defeitos de uma revista de super-heróis. Em resumo, essa é a avaliação desse especial lançado no ano 2000 pela Abril. Mas se supera num ponto: prende a atenção e não se torna chata mesmo nos momentos  em que o roteiro utiliza os recursos mais simplórios.

A história se passa quando Nathan Dayspring Summers (o filho de Ciclope que mais tarde viria a ficar conhecido como Cable) havia chegado ao “nosso” tempo, mais precisamente na época em que Wolverine era ainda um operativo do Departamento H canadense. As poucas cenas de ação e de luta são mal feitas, mas não comprometem o resto da história.

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Batman – Vítimas Inocentes

Batman – Vítimas Inocentes foi publicada originalmente em 1996, uma edição especial cuja renda foi revertida a entidades de combate as minas terrestres.

De acordo com a ONU, até hoje existem cerca de 120 milhões de minas terrestres sobre o solo do planeta. Esse tipo de artefato bélico acaba atingindo 90% de pessoas que não tem nada a ver com a guerra, produzindo uma vitima inocente a cada 20 minutos.

Para aqueles que porventura desprezem o valor cultural dos quadrinhos, esta é mais uma oportunidade de entender o quanto estão enganados. E para você, fã, é mais uma chance de admirar a contribuição de uma arte em prol de uma grande causa.

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