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Porque não assisto mais animes de harém

Ando meio sem saco pra ver animes ultimamente. A quantidade de títulos medianos que vem saindo nesses últimos tempos arrefeceu o meu gosto por desenhos japoneses. E sou do tipo que sempre preferiu animes de “segundo escalão”, longe dessas séries badaladas como Dragon Ball e One Piece.

E nesses dias, quando estava procrastinando na internet, me deparo com imagens de um anime chamado Monster Musume, anime do tipo harém com garotas meio animais. Apesar de ser um gênero que não curtia mais, resolvi dar uma chance e baixei a primeira temporada. Tudo sem ter grandes expectativas, o que fiz muito bem.

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[+18] Cream Lemon – Ami My Baby

por Callisto

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Incesto sempre foi um tema difícil de ser abordado em animes, principalmente quando se trata de romance entre irmãos. Produções recentes como Oreimo e Yosuga No Sora deram muito o que falar (faz um tempão que não assisto animes e só esses dois me vem a memória), dividindo opiniões até entre os otakus mais pervertidos.

Os autores até tentam dar uma amenizada na história, colocando um dos irmãos como sendo adotivo ou sem relação consanguínea. Ainda sim, quase sempre surgem debates acalorados em sites e fóruns. Mas isso não é de hoje, o primeiro anime a tocar nesse assunto tão espinhoso foi Ami My Baby, da série erótica Cream Lemon.

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Super Pig

por Marcel Del Greco

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Totamente surreal, a história do anime conta as aventuras da colegial Kassie, garota comum até o dia em que socorreu um porquinho. O que ninguém imaginava era que o pequeno suíno era um porco extraterrestre natural do planeta Booringa.

Como agradecimento o porquinho Vidanik, que na verdade era um príncipe em seu mundo, deu a Kassie superpoderes. Desde então, sempre que alguém está em apuros, ela saca o seu focinho mágico (!) e se transforma em Super Pig. E é aqui que a história fica mais peculiar ainda. A garota vira uma porca mesmo, só que com poderes incríveis.

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Meu Vizinho Totoro

por Zé Roberto (BK)

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Meu Vizinho Totoro (Tonari no Totoro) foi produzido em 1988 pela mão mágica do diretor Hayao Miyazaki (o mesmo de A Adaga de Kamui e Nausicaa). Miazaki-sama é um mega-diretor e, entre tantas obras, esta é uma das mais lindas e humanas de sua carreira. Tanto que detonou no Japão, derrotando o longa-metragem dos Cavaleiros do Zodíaco, veja você!

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Guerreiras Mágicas de Rayearth – As injustiçadas

por Marcelo Del Greco

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Depois do arraso que foi Cavaleiros do Zodiaco, TV brasileira foi literalmente invadida por todo tipo de anime durante a década de 90. As distribuidoras, empolgadas com o sucesso de Seya & cia, resolveram colocar a mão no bolso e investir na área, acreditando que esta era uma mina de ouro.

Assim chegou até nós muita coisa boa: Dragon Ball, Fly, Salior Moon, Shurato, Street Fighter V, entre outros. A recepção de cada um variou. Alguns foram sucesso, outros não corresponderam às expectativas por diversos motivos – desde um mal planejamento de trabalho do produto até sua continua mudança de horário.

Com isso surgiu uma nova categoria de animes no Brasil: os injustiçados. Infelizmente fazem parte dessa animações de alta qualidade e grande potencial de mercado, mas que não ganharam a devida atenção.

E ai que Guerreiras Mágicas de Rayearth ganha notoriedade.

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School Days – um anime que dividiu opiniões

por Carlírio Neto

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Quando é mencionado algum anime cuja ambientação é escolar, vêm à mente gêneros como a comédia romântica. Animes assim costumam apresentar partes pertinentes à um bom slice-of-life, harém, romance, e até um pouco de drama.

Contudo, o anime do qual será tratado agora conseguiu se diferenciar em vários aspectos. Graças à esta diferenciação, o título em questão dividiu ( e divide até hoje ) opiniões ao redor do globo terrestre, sem maiores exageros. Esteja convidado à conhecer um pouco do anime School Days.

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Alice vs Victorique

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‘Personagem clichê’ é frescura

por RicAlex

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Shining Force EXA (PS2): personagens pra lá de clichês, mas ainda sim carismáticos.

Serei breve na minha opinião sobre esse lance de personagens clichês de anime/mangá e games japoneses: ou tudo nesse mundo é clichê ou não existe nada original no mundo.

Esse negócio de “personagem clichê” é uma tremenda bobagem. Todo autor, sem exceção, se inspira em algo ou alguém. Mesmo que seja um personagem original, criado ao acaso, tem um princípio, ou já foi usado por outro autor em algum lugar.

O que seria das boas histórias se não existissem personagens com personalidades e objetivos fáceis de identificar? A tsundere, o cara mal que se arrepende e fica bonzinho, o líder, o traidor, o jovem determinado,o nerd inseguro, a garota tímida… até a bíblia seria um enorme clichê! O mesmo vale pras novelas, literatura e produções hollywoodianas.

Personagens assim são necessários para contar uma história, então qual o problema de usá-los? Sinceramente, esse papo de clichê muitas vezes soa como uma desculpa pra dar nota ruim a algo que não começou, desenrolou ou não terminou como alguém queria.

Sem mais.

Shounen Bat vs Dokuro Mitsukai

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Suiseiseki & Ika Musume

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